terça-feira, 25 de agosto de 2015


Oração é uma palavra que muitos tem em seu vocabulário, mas por que orar, e como fazer? 

Orar é diálogo de nosso espírito com Deus. Devemos cultivar a oração, pois através da dela que  nossa alma é alimentada. 
Orar é algo pré-estabelecido para todo aquele que crer. O Senhor Jesus orientou seus discípulos orarem ocultos,  separado e não como os religiosos contemporâneo de sua época, ou seja ,não fazer da oração  um ato de exposição (Mt 6.5-14), deixando uma oração modelo que é o Pai Nosso, oração essa que ultrapassa fronteiras e tornou- se bem conhecida por todos os cristãos. Orar abre portas, sua alma vive, seu espírito é fortificado, sua intimidade com Deus aumenta.  As orações tem pilar que ajuda as Obras missionárias, muda situações que parece impossível. Ore,  deitado,  em pé,  ajoelhado, mas não perca o momento de falar com Deus.
Como Paulo ensinou os tessalonicenses deixo aqui " Orai sem Cessar"  (1tes5:17) . Orei nova as mãos de Deus com vossas orações!!!

escrito por MAURÍCIO F. CRUZ

terça-feira, 18 de agosto de 2015



Talvez a maior dificuldade de perdoa, seja o orgulho, a magoa... ou talvez nada disso!
Perdoar não admitir quem estar certo ou errado mas na verdade é libertasse do que aconteceu, afinal quem é perfeito? e todos nos precisamos de perdão ou vamos precisar um dia.  Assim como diz a palavra de Deus:
Suportai-vos uns aos outros e perdoai-vos mutuamente, toda vez que tiverdes queixa contra outrem. Como o Senhor vos perdoou, assim perdoai também vós. Colossenses 3:13
O perdão é um dos caminhos da felicidade e da libertação, se não perdoarmos o próximo estamos dizendo a Deus que também não merecemos o perdão d'Ele.
Quem você ainda não perdoou? Quais são as magoas que ainda existem no seu coração?
Peça a Jesus que lhe dê sabedoria e ensine a ser como ele, agir como ele.
Exercite mais o seu perdão ame mais!
Deus te abençoe um ótima semana. 

Escrito por Renata Alves 

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

O valor do sacrifício.


      Nos tempos atuais as pessoas vivem em uma vontade constante de serem bem-sucedidas, e com isso sacrificam seu tempo, suas mentes e até mesmo suas escolhas. Por consequência tomam certas atitudes que as vezes é louvável, mas muitas outras são dignas de louvor. ,nos levando a  questionar qual o verdadeiro valor do sacrifício?  Veremos a sua importância.
      Esse texto é uma reflexão que nos orienta a maneira correta do nosso sacrifício. Para entendermos, passearemos pelas Sagradas Escrituras, com uma ótica bíblica para compreender o seu real valor. Essa reflexão é uma continuação de uma mensagem de um Culto de Doutrina, que participei e, a palavra foi direcionada à obediência. Irei discorrer sobre a  atual situação dos modismos dos sacrifícios, e destacar as recomendações divinas para sermos abençoado pela observância das Sagradas Letras.
      No mundo religioso contemporâneo as pessoas estão sedentas e crédulas em discursos que, sacrifícios, penitências, rezas, orações etc., são esses o estopim das conquistas e sucesso que buscam em um Ser Divino para "autorrealizarem". E no meio cristão evangélico como estamos lidando com essa realidade pós-moderna? O crescimento de igrejas-empresas que buscam “lucros” e crescimento de sua popularidade no meio “evangélico”, propagando-se suas “campanhas” de sacrifícios no altar. Vamos entender como Deus estabeleceu os sacrifícios e o que Ele realmente quer.
No Antigo Testamento, onde o Senhor estabelece os primeiros sacrifícios, ou seja, os primeiros passos de expiação dos pecados com holocaustos e oferendas a JEOVÁ. No princípio da Criação, era tudo perfeito. Deus fez o primeiro casal Adão e Eva, esses eram os zeladores do Jardim do Éden (paraíso), mas, infelizmente, foram enganados por uma serpente, comendo de algo que lhes foram orientados a não comerem, pois certamente morrerão (Gn 2,17). Depois disso foram afastados da comunhão que desfrutavam com o SENHOR. Passado o episódio da desobediência, deveriam sacrificar suas vidas e esforçarem com mais “sacrifícios” para viver...
     Tempos mais tarde o povo de Deus é libertado da escravidão do Egito, o libertador Moisés, orientado pelo SENHOR, escreve-lhes leis, ritos, mandamentos e muitas outras ordenanças de expiação, ou seja, sacrifícios de holocaustos. Na Lei Mosaica (hh. Torah, que significa “ensino”) admite uma tríplice divisão (a) a lei moral, (b) a lei civil (C) a lei cerimonial, que trata da forma e do ritual de adoração ao Senhor a Israel, inclusive o sistema sacrificial (êx 24, 12).
       Portanto, dado ao povo de Israel às devidas escolhas para serem abençoadas ou amaldiçoadas, porém sem muitos sacrifícios. Vemos como o SENHOR dava lhes o livre-arbítrio, porém, os requisitos das bênçãos eram levados à obediência aos mandamentos e estatutos da lei mosaica (Dt 11,13-32.27,11-26. 28,1-14.). Hoje, Deus exige do seu povo obediência!
Autor: MAURÍCIO F. CRUZ.
                                                                                                 
Referencia: Bíblia de Estudo pentecostal- Rio de janeiro -CPAD.